terça-feira, 20 de março de 2007

O Por quê do Suplício

Eu irei eternizar alguns dos meus sofrimentos tantálicos (?!?!) no blog, acredito que alguém deve ter passado por experiências semelhantes, mas eu sismo em sofrer, inconscientemente, fico achando que um dia serei recompensado por eles (burrice é isso??)

Bom, vou usar um pouco de Ctrl + C e Ctrl + V para explicar o nome do meu blog... detalhe, eu achei a definição na wikipédia (lógico) e no site http://greciantiga.org:


"Na mitologia grega, Tântalo foi um mitológico rei da Frígia ou da Lídia, casado com Dione. Ele era filho de Zeus e da ninfa Pluto, filha de Oceano e Tétis. Segundo outras versões, Tântalo era filho do Rei Tmolo da Lídia (deus associado à montanha de mesmo nome). Teve três filhos: Níobe, Dascilo e Pélope (ou Pélops). Certa vez, ousando testar a onisciência dos deuses, roubou os manjares divinos e serviu-lhes a carne do próprio filho Pélops num festim. Como castigo (e eu sempre me castigo assim) foi lançado ao Tártaro (Hades?), onde, num vale abundante em vegetação e água, foi sentenciado a não poder saciar sua fome e sede, visto que, ao se aproximar da água esta escoava e ao se erguer para colher os frutos das árvores, os ramos se moviam pra longe de seu alcance sob força do vento. A expressão suplício de Tântalo se refere ao sofrimento daquele que deseja algo aparentemente próximo, porém, inalcançável, a exemplo do ditado popular "Tão perto e, ainda assim, tão distante"".
Houve outros personagens com o nome Tântalo: um rei de Pisa no Peloponeso, um dos filhos de Tiestes, e o primeiro marido de Clitemnestra. Mas o meu problema tem a ver com o primeiro Tântalo

Outra definição achada no site greciantiga.org:

"Tântalo abusou da amizade e da confiança com que era distinguido pelos deuses, mas não há acordo sobre o motivo exato. Teria revelado segredos divinos, ou roubado o néctar e a ambrosia (alimentos divinos e exclusivos dos deuses) durante um banquete, ou ainda teria matado o próprio filho, Pélops, e servido seus pedaços aos deuses durante um banquete para por à prova a clarividência divina.

De qualquer modo, a punição da afronta foi exemplar: preso por toda a eternidade no Hades, Tântalo estava sempre mergulhado em água até o pescoço e sob uma árvore carregada de saborosos frutos. Sofria incessantemente fome e sede, mas quando tentava mergulhar e beber, a água fugia dele; quando levantava os braços para pegar os frutos, os galhos da árvore se moviam para fora de seu alcance."

Um comentário:

Francis J. Leech disse...

em falar nisso, alguém sabe se o churrasco grego tem alguma relação com o fogo grego?